My Family e Eu

De Mãe para Mãe: Meu bebê não quer comer!

O post de hoje será, para variar, sobre a Izabella. Não é segredo que meu intuito com o  blog é trocar experiências e fazer relatos de coisas que são interessantes para mim, tais como: viagens, comida, e, claro, maternidade! Conversando com minha amiga Eliza, do blog “Long Story”, resolvemos fazer um relato das nossas experiências com a Introdução de sólidos para os nossos “filhotes”, e, quiçá, pegar um tema sobre maternidade que nos identificássemos e discutir o assunto nos nossos respectivos blogs, simultaneamente, uma vez por mês. O Relato da Eliza pode ser visto aqui. (Editado: Meninas, mais uma amiga esta contando a experiencia dela com os babies, a Adriana do Blog “Meet the Sawyers“. Vcs podem ler o relato da Dri aqui)

 

Com a Izabella, segui tudo como manda o “figurino inglês”, com exatos 6 meses de idade eu comecei a introduzir “sólidos” na dieta dela. Li bastante sobre o assunto, e, como sempre, jurei para mim mesma que não iria me estressar, que compraria um livro para me “ajudar” nessa árdua tarefa (no meu caso, comprei este livro aqui, da Anabel Karmel) e assim seguiria em frente e tudo daria certo.

Como todas minhas teorias anteriores relacionadas à maternidade: LEDO engano!

 

Tudo começou bem, sem dramas, ela sempre foi fã de frutas e sempre recebeu bem uma bananinha amassada e afins com alegria, mas, de resto, oh Lord! Dos 6-12 meses tentei de tudo, TUDOOOO. Tentava fazer tudo fresquinho e meu trabalho todo era arremessado no chão e pelas paredes da casa em menos de 30 segundos. A frustração é inenarrável e, mesmo soando piegas, só que é mãe para saber o quão frustrante é quando nossos pequenos não querem comer; a vontade de explodir é constante e, como somos responsáveis por essas mini-criaturas, não podemos desistir! Izabella engordou pouquíssimo nessa época, na real, não engordou NADA. Com 13 meses ainda estava com 9.2 Kg (mesmo peso de quando tinha 7 meses), mas segundo os médicos, ela estava crescendo normalmente e alcançando todas as “milestones” para a idade dela, então, a única coisa que me restava era ter muita paciência, continuar oferecendo as comidas para ela e, quando ela “estivesse MESMO com fome”, ela aceitaria… de novo: tão fácil na teoria, mas tão difícil na prática! Sair com ela sempre me deixava para baixo pois na hora dos lanchinhos, enquanto as outras mamães abriam os potes de comidinhas feitas em casa e alimentavam as crias sem estresse, para a Izabella sempre foram os potinhos de frutas amassadas, pois eu sabia que isso era a única coisa que ela aceitaria sem “dar barraco”, então na rua eu nem tentava dar comida salgada para ela. Perto dos 12 meses as coisas começaram a melhorar. Eu comecei a perceber que ela já tinha suas comidas prediletas: arroz, feijão (da vovó) e pão com presunto! (Sim, presunto, embutido e cheio de coisas que ela não “deveria” comer) e fui levando assim por algumas semanas, colocava uma batatinha amassada no meio do feijão, uma carninha e assim foi.

Bella 2

Em Janeiro Bella começou na creche e eu já sabia que, além do estresse em si de toda a mudança, ainda teria mais esse estresse dela não comer direito e não ter ninguém para correr atrás dela (paparicar) com uma colher o dia inteiro tentando fazer ela comer. Dito e feito! Nas duas primeiras semanas os relatórios diários mostravam que ela não estava comendo quase nada e as tias da creche “reclamavam” que ela tinha “pego” vários hábitos em casa, como sair andando enquanto comia e querer alguém seguindo ela o dia todo (guilty!). Então as tias da creche me pediram autorização para CORTAR o leite dela durante o dia e deixar ela ficar com fome (de verdade)! Relutei nos primeiros dias, mas depois autorizei, Izabella ainda resistiu uns 3-4 dias se recusando a comer até que um dia ela “se rendeu” e comeu 50% do almoço; no dia seguinte, um pouco do almoço e do lanchinho da tarde e, já na terceira semana de creche, ela estava aceitando de 50-75% de TODAS as 5 refeições/lanchinhos que eles oferecem durante o dia! A mudança é gritante e com 60 dias de creche (uns 40 comendo BEM) minha “gordchynha” já tem o que apelidamos carinhosamente de “barriguinha de Kéchy” e já engordou 600g!

 

Sei que cada criança é única e todos esses quesitos variam muito, mas, com a Bella, o que fez ela ficar mais “comilona” definitivamente foi a creche e o contato com outras crianças. Acredito que quando eles olham os “amiguinhos” comendo eles gostam de copiar e acabam comendo também.

:)

🙂

 

Sei também que a última coisa que nós precisamos é de alguém dando pitaco em relação às nossas crias, masssssssssssss, em 99% dos casos, a velha frase “deixa, que quando estiver com fome ele(a) vai comer, de fome não morre!” está certíssima! Não adianta forçar. Bebês não são gulosos como nós, adultos. Eles comem quando estão com fome, não comem “só por comer” então, se depois de 3, 4 colheradas eles começarem a se negar a comer, não force, pois, provavelmente, a quantidade ingerida já foi suficiente!

“Again”, não sou médica e nem guru, então, se você acha que tem algo errado com seu miúdo, leve ao pediatra para uma avaliação. Não há nada como instinto materno (e paterno também).

 

Acho que encerro meu relato aqui e espero saber como foi (e como está sendo) este processo com vocês também.

 

Boa sorte e muita perseverança para todos nós!

 

Baci!

 

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4 opiniões sobre “De Mãe para Mãe: Meu bebê não quer comer!

  1. Tá linda, gordinha e saudável!

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  2. O feijão da vovó ela comia… Pena que não piede ficcar mais!

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